I’m so sweet

Ela era um tipo diferente de garota: uma combinação entre beleza, gênio, explosividade e infantilidade que me deixava louco só de pensar, e ah, como ela me fazia pensar nela, me dizendo que estava nua, tirando fotos e mais fotos assim e me enviando, me provocando com palavras, gestos e ações. Ela queria me deixar louco, só podia.

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Um legítimo nerd-garanhão

Para começar o ano bem, recebemos nosso primeiro conto hoje, enviado por uma leitora. Caso você também queira participar do blog, aqui tem mais informações

Tratava-se de um legítimo nerd-garanhão. Do tipo que não me impressiona normalmente, no entanto aquele tinha algo que eu sabia que ia gostar. Da barba, da postura, da atitude, do vigor… não sei. Aqueles quase 1,80 de altura, os ombros largos, os braços fortes não me enganavam: eu tinha que transar com aquele cara.

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A cadeira

Era mais uma daquelas noites de trabalho sem fim que eu odiava. Devido aos cortes orçamentais, estávamos apenas eu e uma colega trabalho para que o projeto fosse concluído de uma vez, já que o prazo era para o dia seguinte. Nós nos dávamos bem, éramos ótimos trabalhando juntos, um sempre sabia o que o outro tinha em mente e o resultado sempre saía acima da média.

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O casamento

Estávamos nos arrumando para um casamento de um amigo meu, eu e ela. Como mulher sempre demora mais que homem para terminar, tratei de me vestir rápido e observar aquele espetáculo que era vê-la vestir-se. O vestido marcando suas curvas na cintura, as costas desnudas, maquiagem, o cabelo que já estava pronto. A vontade que dava era de acabar com toda a produção jogando-a ali na cama e o casamento que se explodisse, mas o amigo era daqueles que são irmãos pro resto da vida e eu não fazia ideia do que ela tinha em mente.

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Um elevador

 Aquela noite começou de um jeito estranho. De alguma forma, eu sabia que algo ia dar certo nela, quer dizer, algo de diferente ia acontecer, pro bem ou pro mal, eu só não sabia ainda o que era. Foi lá pela uma e meia da madrugada, ela estava na pista, meio de lado, quando nossos olhares se cruzaram. Ela tinha algo no fundo daqueles olhos azuis que me prendiam, eu não conseguia olhar de para ela, e ela também não desviava o olho. Pensei “aí tem, vamos ver o que acontece”, terminei meu drink e fui falar com ela.

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Rasgar

 Priscila ainda estava tentando recapitular tudo o que tinha acontecido até aquele momento pois tinha sido tudo rápido demais. Numa hora, ela o viu, beijaram-se e então foi como se tivesse entrado em transe. Agora, estava deitada em seu peito, nua, com um lençol até a cintura e no completo escuro. Só ouvia o som de sua respiração e os barulhos da noite, como os grilos etc. Fechou os olhos e as imagens começaram a voltar em sua cabeça.

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Júlia e Gustavo

Ele acordou com um pouco de sono e preguiça de levantar-se, mas logo afastou-os de si e saiu de baixo das cobertas para encarar o frio. Foi até o banheiro e girou o registro da água quente do chuveiro até o fim, para que a água esquentasse logo enquanto ele tirava a roupa para entrar no box. Estalou os ossos do pescoço e os nós dos dedos para ficar mais confortável e quando viu que a água estava começando a ficar morna, entrou de uma vez em baixo dela para afastar o resto da preguiça que ainda tinha.

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